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segunda-feira, 3 de março de 2014

Cosplay Lista de Desejos - Erik, O Fantasma da Ópera - Versão Feminina



Olá, pessoal!

Como presente de aniversário (beeeem atrasado :p) de um ano do blog e aproveitando a época de Carnaval, vou inaugurar hoje uma nova seção, chamada “Cosplay Lista de Desejos”. O nome já diz tudo, né? #fangirlsfeelings Buscaremos tornar as dicas de cosplay as mais acessíveis possíveis (ou seja, nada daquelas fantasias absurdamente caras e profissionais!) para você se inspirar e se vestir de seu personagem favorito!
Estreando este quadro, hoje teremos o cosplay da versão feminina de Erik, O Fantasma da Ópera! E, para provar que qualquer fã pode dar um jeitinho nos materiais que tem em casa e fazer sua própria fantasia, a modelito de hoje será eu, Lady.Quelzinha! (Sim, vocês irão conhecer meu alterego, Erika :p)

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Filme Thor - O Mundo Sombrio - Resenha


Olá, pessoal!

Tudo bem com vocês? Sei que o blog está abandonado ultimamente. Eu não estou postando porque não tenho tempo, estou no período de aulas do meu curso de Jornalismo (que, por azar, teve uma baita greve e as férias foram adiadas para fevereiro! :o ) e a Kamnuminas também está afastada por motivos pessoais. Porém, nesse mês, como devem saber, houve o acontecimento mais esperado desde Os Vingadores foi lançado Thor – O Mundo Sombrio nos cinemas, e eu, como toda boa fangirl integrante do Loki’s Army, não pude deixar de assistir esse filme, e ainda fiz uma resenha sem spoilers e sem surtos fangirls sobre ele. Segue o texto abaixo, acompanhado por alguns gifs do Loki nosso divo aqui do blog, caçados no Tumblr. Espero que gostem e comentem.

Beijos e até a próxima! ;)



Thor – O Mundo Sombrio

Dando continuidade à Fase 2 da Marvel, iniciada em abril desse ano pelo filme Homem de Ferro 3, o longa Thor – O Mundo Sombrio, lançado no Brasil em 1º de novembro de 2013 e com direção de Alan Taylor, traz novamente o universo fantástico do Deus do Trovão apostando mais uma vez na fórmula que consagrou o seu primeiro filme em 2011: uma mistura de drama, ação, fantasia, humor e muitas referências às Histórias em Quadrinhos do seu protagonista.

sábado, 10 de agosto de 2013

Daryl Dixon - The Walking Dead



Provavelmente este será meu último post no blog até dezembro deste ano, por causa de meu compromisso com meu curso de Jornalismo e projetos de extensão da universidade. Então, não percamos mais tempo! Vamos falar do personagem mais phoda da TV de Daryl Dixon, personagem da recente série televisa The Walking Dead!

"Fique calmo: é Daryl Dixon"


sexta-feira, 19 de julho de 2013

O Fantasma de Manhattan – Resumo e Resenha do Livro



Apaixonada do jeito que sou por Erik, o Fantasma da Ópera, e todos já perceberam isso :p , não pude deixar de ler o livro “O Fantasma de Manhattan”, escrito por Frederick Forsyth em 1999. Conforme o autor nos explica no prefácio da obra, essa história se propõe a ser uma continuação literária da versão teatral-musical de 1986, de autoria de Andrew Lloyd Webber (inclusive foi o próprio Webber que incentivou Forsyth a escrever essa nova história).

Embora este blog já possua uma matéria enoooorme sobre o personagem Erik (clique aqui para lê-la), resolvi fazer esta nova postagem especialmente sobre o livro de Forsyth porque percebi que muitos fãs (e até mesmo algumas phangirls) não conhecem esta história, e também pelo motivo de que há pouquíssimas resenhas em português disponíveis na Internet sobre este livro (e ainda algumas dessas resenhas possuem informações incorretas sobre a narrativa :p ).

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Erik - O Fantasma da Ópera


Cumprindo com a minha promessa do post anterior, hoje irei falar sobre um anti-herói clássico, que com certeza a maioria das pessoas conhecem ou já ouviram falar dele. A história original desse personagem foi publicada inicialmente em um livro, e a partir daí, foi adaptada inúmeras vezes para o cinema, e também transformada em um musical de grande sucesso. Bom, chega de enrolação: o personagem de hoje e sonho de consumo de muitas garotas é ninguém nada mais, nada menos, do que Erik, o Fantasma da Ópera!

Clássicos símbolos do Fantasma

Começando com uma breve apresentação técnica sobre a obra (trecho retirado da Wikipédia, para saber mais, clique aqui):

“Le Fantôme de l'Opéra (O Fantasma da Ópera, em português) é um romance francês escrito por Gaston Leroux, inspirado no livro Trilby, de George du Maurier. Publicado pela primeira vez em 1910, foi desde então adaptado inúmeras vezes para o cinema e atuações de teatro, atingindo o seu auge ao ser adaptado para a Broadway, por Andrew Lloyd Webber, Charles Hart e Richard Stilgoe”.

Nesta postagem, irei falar sobre o livro, o musical, os principais filmes do Fantasma da Ópera, e também sobre a continuação teatral, Love Never Dies, de 2011. Como nenhuma das adaptações cinematográficas é totalmente fiel ao livro, por causa da história original ser muito extensa, eu estarei apontando aqui as principais semelhanças e diferenças entre os filmes existentes.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Momento de Reflexão – Por que gostamos dos Vilões?


Até agora, nesse blog, estivemos apresentando nossos personagens preferidos, e inclusive comentei, na minha postagem de apresentação, que costumamos amar um personagem não apenas pela sua beleza física, mas principalmente pela sua beleza interior, nos identificando e nos apaixonando por esses seres incríveis da imaginação humana. Porém, existem aqueles personagens que não são tão virtuosos assim, mas apesar disso, conquistam uma grande massa de fãs. Sim, estamos falando dos vilões, ou até dos anti-heróis também. Então, como explicar o fascínio que eles exercem em nós, apesar de irem contra as regras moralmente aceitas pela sociedade? Por que somos capazes de amar alguém cujos princípios não batem com os nossos ideais?

A resposta para tudo isso está na psique humana. Com certeza a maioria de vocês já ouviu falar das teorias freudianas, da psicologia. Freud nos ensina que a personalidade de cada ser humano é o resultado da interação entre três agentes mentais: o Id, o Ego e o Superego. 

        O Id seria a porção mais interna e primitiva da mente, que tem como objetivo primordial a satisfação pessoal (através da comida, do sexo...), a busca pelo prazer, e não obedece a nenhuma regra moral, é egoísta e completamente isento de racionalidade. Já o Superego é o oposto. Explico: ao vivermos em sociedade, se torna necessária a criação e o seguimento de regras morais e sociais. Para que o indivíduo as cumpra, é utilizado o sistema moral de recompensa e punição (para entendê-lo, basta relembrar uma cena comum em nossa infância: se estivéssemos doentes e aceitássemos ir ao médico para tomar uma injeção, ganharíamos um pirulito, se não, ficaríamos de castigo ou até mesmo nossa enfermidade poderia piorar). O Superego é a maneira extrema da interiorização dos valores morais: enquanto o Id busca a satisfação do indivíduo a qualquer custo, o Superego busca a satisfação da sociedade, o moralmente aceito por ela, barrando todos os desejos do indivíduo em prol da “recompensa” (aprovação) da sociedade, e com isso, evitando as punições morais. E para regular lados tão extremos e conflitantes, surge o Ego, a razão humana, a parte da mente que observa a realidade e age de acordo com ela para regular os desejos do Id e as proibições do Superego, tentando mantê-los em um equilíbrio constante, formando nossa personalidade.


Porém, esse equilíbrio varia de pessoa para pessoa, e não permanece o mesmo durante toda a nossa vida. Há certos momentos em que o nosso Id se manifesta mais forte que o Superego, ou vice-versa. E é aí que entra a nossa atração por vilões e anti-heróis. Eles são nossa válvula de escape: por quebrarem regras sociais sem se sentirem culpados por isso, acabam sendo, mesmo que de forma inconsciente, objetos de nossa admiração. Esses personagens realizam ações imorais, que não aprovamos conscientemente, porém, nossos instintos, nosso Id, nos diz o oposto. E podem ter certeza de que praticaríamos as mesmas ações imorais dos vilões se não fosse o nosso Superego, nossa moralidade, que refreia nossos instintos, fazendo-nos sentir culpados se fugirmos das regras morais, e nos permitindo viver harmonicamente em sociedade. Portanto, não é errado admirar, ou até mesmo amar esses personagens. 

         Resumindo o que eu expliquei acima, gostar dos vilões é uma manifestação de nosso inconsciente, de nosso Id. E nossa personalidade, nosso caráter, não é composta apenas pelos nossos instintos, há também o autocontrole, a noção de certo e errado, e as nossas virtudes, que nos fazem ser superiores aos nossos desejos instintivos.


Outro fator que pode contribuir para que nos identifiquemos mais com o vilão do que com o mocinho da história é que, além do carisma e do charme a mais do vilão, às vezes os heróis são tão perfeitos que acabam se distanciando de nós, seres humanos falhos por natureza. E, por fim, vale lembrar também que os vilões só são legais e admiráveis quando estão a uma boa distância de nós. Dificilmente alguém com uma boa moralidade se apaixonaria por um assassino, por exemplo, pois ao ver seus crimes sendo cometidos “ao vivo”, nosso Superego dominaria imediatamente nossos pensamentos, nos fazendo rejeitar e odiar esse criminoso e suas ações. Portanto, existe uma distância mais segura para se admirar os vilões do que a da ficção?


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Muita gente confunde vilão com anti-herói. Vou tentar explicar de forma resumida abaixo:

* Vilão: força contrária ao herói, é o antagonista da história. Age por interesses próprios. Sua principal característica é seu coração frio, ou seja, sua incapacidade de mudar, de alcançar a redenção. Aos seus olhos, ele é o verdadeiro herói da história. Manipula os sentimentos alheios, não tem empatia com os demais, é o causador de todo o mal da narrativa.

* Anti-Herói: um tipo especial de herói. Ele pode fazer o que é certo, mas usando os métodos duvidosos. As ações do anti-herói podem resultar num grande mal, mas as motivações não são o mal em si. Ele possui sentimentos mais humanos, apesar de ir contra algumas leis da sociedade. Geralmente, o amor (não apenas o conjugal) é o caminho para a redenção do anti-herói.

Se quiserem saber mais sobre as diferenças de vilão e anti-herói, 
recomendo clicarem aqui e aqui.